segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Fernanda Correia Dias .
É a minha natureza III
Acrílica sobre canvas
" Eu tenho asas."
Fernanda Correia Dias
In Eu tenho asas.
Fernanda Correia Dias .
É a minha natureza II
Acrílica sobre canvas
"A virtude está no equilíbrio. Experimente."
Fernanda Correia Dias
in Eu tenho asas.
Fernanda Correia Dias .
É a minha natureza I
Acrílica sobre canvas .
"O teu direito termina quando começa o meu e vice-versa.
É a visível Lei do Equilíbrio e das Equidistâncias."
Fernanda Correia Dias
in Eu tenho asas


sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Fernanda Correia Dias . Fotógrafa . Belas Emílias!
"Os adultos com suas falas vão plantando na memória das crianças referencias de felicidade, quando apontam aqui e ali a beleza do mundo. Feito Joãozinho e Maria, vamos crescendo trazendo as referencias de felicidade em nossas vidas e caminhos marcados com ela. Assim, econtrando mais felicidade enquanto crescemos.E crescer é algo que nunca termina.
Ícones, símbolos, memórias ou chaves no nosso consciente, são estas passagens. Diante delas e já crescidos, percebemos o valor e as significâncias que nos acompanham por toda uma vida.
Como olhar para uma Bela Emília e não me lembrar da descoberta de sua "cola" natural?
Não lembrar de cantar Sous le pont d´Avignon? E de Estilo e Design? E daquela combinação de azul-lilás-de-luar sobre verde-cinzento-discreto? Tão chic! Tão elegante!
E do que fazer com Bela-Emília!
Era um tempo em que eu era criança e brincávamos no jardim de Walmir Ayala, entre flores, poesia, amor e graminhas.
Brincávamos de família. Walmir era tão bom, tão querido e tão amigo que sendo poeta, sensível e participativo, não se importava de ser a "Mãe" apesar da barba. E nem se importava que o chamássemos de "Mamãe barbuda". E nós éramos tão felizes naquele pequeno jardim que visto da perspectiva das Belas Emílias, o jardim era um templo de sabedoria.
Walmir, sempre obrigada e saudades."
Fernanda Correia Dias
In estas histórias nas nossas vidas
Fernanda Correia Dias . Fotógrafa . Bela Emília
"Eu era muito pequena quando descobri no jardim do Walmir Ayala na Victor Maúrta, Fonte da Saudade, Rio de Janeiro, a Bela Emília com uma qualidade além da Beleza!
Uma cola branca descia da haste, quando arranquei o bouquet. Uma seiva leitosa que eu chamei de cola natural, porque colava toda a minha mão.
A minha tia havia me ensinado a cantar "Sous le pont d´Avignon"- uma canção francesa do século XVI- e eu queria agradecer a alegria que ela me deu com aquele presente musical...Então eu pedi ao Walmir para me ceder uma caixinha de fósforos vazia que encontrei na graminha e sobre a caixinha "colei" o bouquetzinho de Bela Emília!
Ah... A Bela Emília, nasce em bouquets naturais com várias belas Emílias!
Mostrei ao Walmir o "presente "que iria oferecer à minha tia Fernanda quando ela chegasse para me buscar e ele me perguntou por que a caixinha estava vazia e ofereceu fósforos... Eu respondi que não era mais uma caixinha de fósforos, mas uma caixinha para guardar muitas coisinhas e inclusive, mais Bela-Emílias... e coloquei mais umas florzinhas avulsas na caixa. Ele achou aquela idéia "Formidável" e quando minha tia veio me buscar, eu ofereci para ela o "presente".
Subimos as escadas de sua casa cantando Sous le pont d´Avignon e quando chegamos no arco da sala minha tia recebeu o "presente" e eu expliquei que aquele bouquet natural tinha cola e que poderia ser usado inclusive como "broche"com a qualidade de não furar o tecido nem o dedo de ninguém e ser molinho e natural.
Naquele tempo homens e mulheres usavam broches nas roupas e broches eram presos com alfinetes de segurança-inseguros, que abriam e que espetavam adultos e crianças. Minha tia me falou que o "presente era "Fabuloso", enquanto eu mostrei que ela também poderia colar as florinhas nas cavas dos sapatos, como eu havia colado nos meus...Para enfeitar os pés como os cabochons removíveis dos sapatos...Mas estes não precisavam de clips...
Então minha tia colou em sua blusa a Bela Emília que estava sobre a caixinha e colou em seu cabelo uma flor e em seus sapatos as florinhas como cabochons... E assim floridas e felizes cantamos sob o arco da residencia Sous le pont D´Avignon, conforme a ilustração do livro francês que ganhei de minha Avó Cecília Meireles e que trazia a música em letra e partitura.
Meu primo e a Babá Sebastiana nos aplaudiram a performance e ela depois foi para o teatro trabalhar enfeitada de Belas Emílias!
Minha tia, uma adorável amiga, valorizou o meu "presente" reconhecendo em mim uma jovem designer-estilista. Entrou no carro portando as flores, na blusa, cabelos e sapatos,quando lançamos beijos da varanda em despedida!
Fernanda Correia Dias
in estas histórias das nossas vidas

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Fernanda Correia Dias . Conversa da Sereia com a Lua
"Se tudo o que foi escrito deve ser publicado,
eu estou fazendo a minha parte.
Amanhã será outro dia
e eu não guardei comigo nem para mim.
Combinado?
Se ficar velho, mofar ou for substituído por outra mídia,
eu sei que fiz no meu tempo o que eu precisava fazer.
(sublinhado)
Quando você estiver aqui depois de mim,
encha com a doçura de seu olhar de luar
este mar de idéias que é a minha vida.
Esta casa de sereia, onde nado em nada.
com nadadeiras nuas,
noites e dias...
Oh... lua!"
Fernanda Correia Dias
Casa da Sereia
Fernanda Correia Dias. Fotógrafa . Céu com Lua e o Papa João Paulo II
"Oh... não!
A minha religião é o Amor. Então eu aceito todas as religiões que praticam o Amor e todas estas, são boas. Quando estudamos, aprendemos e quando aprendemos ficamos mais comprometidos em divulgar que a vida é breve e que temos que ser bons agora, hoje, imediatamente e em tudo o que fizermos devemos buscar a excelencia. E a excelencia é o Amor. Fazer tudo com Amor, faz toda a diferença.
Valorizar o que é exemplar. O que é realmente exemplar. Porque o Amor é comprendido em qualquer idioma, em qualquer raça, em qualquer ser...E é nesta irmandade com o mundo, que eu vivo.
Você vai para casa? Para receber a benção do Papa João Paulo II pela televisão?
Não vamos concluir o trabalho? Bem... a minha tv está mesmo quebrada. Mas eu te espero.
Então eu fui para a varanda da casa e vi minha amiga Vivian descer o jardim, entrar no seu carro e partir. Depois que ela partiu, ouvi uma multidão cantando "João de Deus... João de Deus!
E olhei para o outro lado da calçada onde estava o trenzinho do Corcovado, vermelhinho e vi o Papa João Paulo II, em pé, no centro do trenzinho, sózinho e olhando para mim. Olhei para as casas vizinhas e não havia ninguém. Sem graça, olhei para o Papa e acenei com a mão, dando um tchauzinho, por vê-lo ali sózinho, em pé, dentro do trenzinho. Foi quando ele fez o sinal da benção e me abençoou. E o bondinho subiu levando o Papa João Paulo II, olhando para mim enquanto eu juntei uma palma da mão contra a outra, curvei minha cabeça e em seguida levantei os dois braços e meu rosto num sorriso e acenei num novo tchauzinho.
Corri para dentro de casa, telefonei para a Vivian e avisei que tinha sido abençoada pelo Papa e que ela voltasse correndo, porque o Papa ia descer de trenzinho! O Vivian voltou, subiu o jardim, enquanto eu estava na varanda ouvindo o povo cantar: João de Deus! João de Deus!
O trenzinho parou no mesmo lugar de onde tinha saído, o Papa estava diante de nós, eu fiz o sinal da benção e apontei a minha amiga, ele abençoou a Vivian e em seguida apontou para mim e tornou a me abençoar. A minha amiga estava radiante, emocionada e chorou. Não acreditava que aquilo estava acontecendo conosco.
Eu fiquei surpresa de ter sido abençoada duas vezes e no mesmo dia pelo Papa João Paulo II, que veio de Roma, e que me abençoou em casa, no Rio de Janeiro.
Dei um tchauzinho para o Papa João Paulo II, voltamos a trabalhar. Nos estávamos na Rua Smith de Vasconcelos, na casa de minha Avó Cecília Meireles, trabalhando no meu quarto, na pré-tese do curso de Comunicação Visual.
Dias depois comprei uma medalha com o pefil do Papa João Paulo II e pendurei na estante do meu quarto, como um símbolo de Amor. Sempre que eu conto para alguém que isso aconteceu comigo, faço o gesto de benção que recebi do Papa João Paulo II. Então estou fazendo agora, para você.
Porque o Amor é ação. Para o Amor não tem distância, impencilho com outro idioma, raça, religião... O Amor é a religião mais bonita que existe no mundo.E é isso que este gesto de benção significa para mim: Eu te amo, eu estou aqui, perto de você e no que posso ser útil?"
"PS: Joaquim Redig me deu nota 10 sem ter visto minha apresentação final. No dia que levei a pré-tese para mostrar, à ele, ele já tinha visto todos os trabalhos e já tinha dado nota para todos, inclusive o 10 para mim. Fiquei surpresa que tivesse publicado a minha nota e perguntei para ele: Por que você me deu nota 10 sem ter visto a finalização? Ele respondeu: Acompanhei todo o desenvolvimento do seu trabalho e se fosse possível te dar mais que 10 te daria 1.000! Este trabalho é excelente e merece!"
Fernanda Correia Dias
in Estas coisas que acontecem conosco

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Fernanda Correia Dias . Kenya aos 4 anos . Acrílica sobre canvas
"Os braços e as mãos estavam repletos de flores de Algodão de Jardim!"
Fernanda Correia Dias
As Flores de Algodão de Jardim
Fernanda Correia Dias . Kenya, Enigmas decifrados. 1991 . Acrílica sobre canvas
"Leia abaixo...leia abaixo..."


Fernanda Correia Dias . Fotógrafa . A Flor da Árvore Algodão de Jardim
"O chão é um tapete amarelo de flores. Um tapete voador...
Voa para um lado... agora para outro...
O vento leva meus olhos sobre o tapete.
Quantas vezes vou olhar para estas flores...?
Sempre as mesmas... sempre as mesmas...
Só as vozes em torno, vão mudando...
Mas a reação de cada um é de um encontro sempre muito antigo, atávico, consigo mesmo..."
Fernanda Correia Dias
A Flor da Árvore Algodão de Jardim
Fernanda Correia Dias . Fotógrafa . A Folha da Flor do Algodão de Jardim
"Meu Avô Fernando Correia Dias, desenhou uma folha como esta e aquarelou
e minha Avó Cecília Meireles fez poesia.
A árvore do Algodão de Jardim é uma árvore cheia de corações e de poemas, no meu inconsciente.
Nela encontro toda a minha família.
É assim que eu sinto, porque foi assim que eu aprendi:
O Amor é uma árvore onde todos pertencemos à mesma raiz.
E esta árvore é o Algodão de Jardim!"
Fernanda Correia Dias
A Folha da Flor do Algodão de Jardim
Fernanda Correia Dias . Fotógrafa . Coração Natural
"Este é para você, que me mostrou tanto amor pela natureza e pela vida
e que sorria longamente e se alegrava muito, quando encontrava um assim!
Ao vê-lo, te revejo, mãe querida!"
Fernada Correia Dias
Coração Natural
Fernanda Correia Dias . Fotógrafa . Floresta de corações
"Este colar é para você,
pense no amor , na vida e no tempo."
Fernanda Correia Dias
Colar em Floresta de Corações

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Fernanda Correia Dias . Pintura em Porcelana . Mata Atlântica
Folha de porcelana
"Uma folha com um poema escrito,
duas folhas com vários poemas escritos...
vários e vários livros...
todos em circulo respirando vida e trajetória.
Um arco e uma bolsa de setas
um arco e várias setas
e a Neves no meio da floresta,
florindo e fixando a História!"

Fernanda Correia Dias
Folha de Porcelana
Para Margarida de Souza Neves

sábado, 19 de fevereiro de 2011


Fernanda Correia Dias Porcelanas
"Suco de maracujá,
licor de manga,
barco na garrafa,
salada
e peixinho!"


Fernanda Correia Dias
Pinturas em Porcelanas
Vendo colecionáveis
Fernanda Correia Dias . Porcelanas
"Café da manhã,
Chá quentinho, torradinhas e
creme de carinho!"
Fernanda Correia Dias
Pinturas em porcelanas
Vendo colecionáveis



Fernanda Correia Dias . Diálogos da Sereia com a Baía de Guanabara
"Por que és naturalmente tão bonita?
Quem te fez assim tão bela?
Contornando as águas dos golfinhos
com estas lindas formas de pedras?"
Fernanda Correia Dias
Diálogo da Sereia com a Baía de Guanabara

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Fernanda Correia Dias . Diálogo da Sereia com o homem do Mar . Colagem
"De onde vens e para onde vais?
_Venho da realidade próxima.
E por que te ergues sobre a água com um único remo?
_Procuro o que deixei para trás.
Ah... Meu mundo é água e vento, Nada procuro. Vivo em paz."
Fernanda Correia Dias
Diálogo da Sereia com o homem do Mar

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011


Fernanda Correia Dias . Sereia . Colagem . Fevereiro 2011
"Na dúvida, escolha sempre o Amor."
Fernanda Correia Dias
A casa da Sereia
Fernanda Correia Dias . Sereia . Colagem . Fevereiro 2011

" O mar é logo ali."
Fernanda Correia Dias
A casa da Sereia

Fernanda Correia Dias. Sereia. Colagem.
"Eu conheço e reconheço as minhas próprias pernas.
São lindas, porque não são minhas.
São herdadas de Avó Materna, Mãe e são divinas.
As mesmas pernas, herdaram geneticamente as minhas duas filhas."
Fernanda Correia Dias.
A casa da Sereia
Fernanda Correia Dias . Sereia . Colagem . Fevereiro 2011
"Ah... para seguir o destino é preciso dar o primeiro passo!
Depois o segundo...O terceiro... Ou pular dentro d´água e sair nadando.
Tanto faz.
Eu tenho asas."
Fernanda Correia Dias.
A casa da sereia

Fernanda Correia Dias . Sereia . Colagem . Fevereiro 2011
"Eu vi a luz e nadei."
Fernanda Correia Dias
A casa da Sereia

Fernanda Correia Dias . Sereia . Colagem . Fevereiro 2011
"43 graus."
Fernanda Correia Dias
A casa da Sereia
Fernanda Correia Dias . Sereia . Colagem IV . Fevereiro 2011
"Horizontes."
Fernanda Correia Dias
A casa da Sereia
Fernanda Correia Dias . Sereia . Colagem IV . Fevereiro 2011
"Então, o céu era muito azul."
Fernanda Correia Sias
A casa da Sereia

Fernanda Correia Dias . Sereia . Colagem III .Fevereiro 2011
"A ilha mais próxima era Ipanema."
Fernanda Correia Dias
A Casa da Sereia
Fernanda Correia Dias . Sereia . Colagem
"Disseram que as sereias não existiam. Mas não disseram onde.
Encontrei esta em Fevereiro de Dois mil e onze."
Fernanda Correia Dias
A casa da Sereia

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Fernanda Correia Dias . Fotógrafa . O homem e o Mar
" E a onda foi ficando maior, crescendo atrás dele...
E por que é que as ondas crescem? Para que?"
Fernanda Correia Dias
O homem e o Mar III

Fernanda Correia Dias . Fotógrafa . O homem e o Mar II
"Então enquanto a onda subia ele se equilibrava. Mas... Por quê?"
Fernanda Correia Dias
O homem e o Mar II
Fernanda Correia Dias . Fotógrafa . O homem e o Mar.
"Eu vi o céu em grande profundidade. Eram sete da noite, o homem remava em pé.
Sózinho, numa tábua. E apesar de estar assistindo diante dos meus olhos,
um homem sozinho, no Mar, eu me perguntei: Viver é algo compreensível?"
Fernanda Correia Dias
O homem e o Mar às sete da noite

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Fernanda Correia Dias . Fotógrafa . Mosaico . Pedra portuguesa da Urca
"As pedras vão se encaixando, para o discurso do chão.
Ficarão ali por muito tempo.
Transformando-se em areia...
Até quando?"
Fernanda Correia Dias
Mosaico e pedras se encaixando


Fernanda Correia Dias. Fotógrafa.
Composição fotográfica. Mosaico Português
Fernanda Correia Dias . Fotógrafa .
Pedras portuguesas em mosaico no calçamento da orla da Urca.
Fernanda Correia Dias . Estamparia da minha sombra. 2011
"A pedra funciona como um ponto fotográfico. Um pixel.
As ondas foram feitas com pedras negras em contrastes com as pedras brancas,
na relação de figura-fundo.
Mosaico.
Mas a minha sombra é uma estamparia de luz.
Este também é o princípio da tecnica de silk.
Quando a luz não encontra passagem, a emulsão não seca,
o nylon fica aberto para a passagem do rodo com tinta."
Fernanda Correia Dias
Estamparias










Fernanda Correia Dias. Estamparias . Série 9.600
Fernanda Correia Dias . Estamparias, Designs & Ilustrações
"Eu e um pincel nos entendemos muito bem, mas isso não basta...
Eu pinto com café, vinho, terracota, chá...
Eu também crio pincéis... com espumas, com meu cabelo (são ótimos!) , com sacos plásticos...
Eu misturo aquarela com guache, com acrílico, com óleo...
Eu brinco com pigmentos puros e misturo com arábicas, colas...copaíbas...
Mas tudo isso é tecnica... O que importa é para onde você está indo.
A técnica é o flúido. O meio.
Então... vá!"
Fernanda Correia Dias .
Estamparias